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A pílula é um dos métodos mais utilizados em todo o mundo. Ela contém dois hormônios sintéticos - estrógeno e progesterona - semelhantes aos produzidos nos ovários da mulher.
 
A pílula deve ser tomada diariamente, de preferência sempre na mesma hora. Pode ser usada durante anos, sem necessidade de interrupção.
 
É contra-indicada para as mulheres que estão amamentando e não protege contra DST/HIV/AIDS.

Este tipo de pílulas contém uma dosagem pequena do hormônio progesterona. Elas são indicadas para mulheres que estão amamentando e que desejam fazer uso da pílula como método anticoncepcional. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

Pode ser usada depois do ato sexual sem proteção para evitar gravidez até 72 horas após a relação. Quanto mais cedo for usada, maior a sua eficácia. Não interrompe uma gravidez em andamento e não deve ser utilizada como método anticoncepcional rotineiro. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

Existem dois os tipos de anticoncepcionais injetáveis: o mensal, que contém uma combinação de dois hormônios e deve ser aplicado a cada mês, e o trimestral, que contém um só hormônio e deve ser aplicado a cada três meses. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

Método contraceptivo de longa duração. O implante liberta progestógeno que impede a ovulação, prevenindo a gravidez. O efeito de um implante pode prolongar-se de três a cinco anos e a sua inserção e remoção devem ser feitas por um médico. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

O anel vaginal é um método contraceptivo hormonal. O anel é feito de plástico, transparente e flexível. Ele libera estrógeno e progestógeno, hormônios que quando entram na corrente sanguínea inibem a ovulação, semelhante à pílula. É colocado pela própria mulher na vagina e deve ser mantido durante três semanas, parando durante uma semana. Pode haver irritação vaginal e não protege contra DST/HIV/AIDS.

O adesivo transfere uma dose diária de hormônios, o estrógeno e o progestógeno, através da pele para a corrente sanguínea. Estes hormônios são similares aos produzidas pelos ovários e usados também nas pílulas contraceptivas. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

É uma pequena peça de plástico medindo aproximadamente 31 mm, frequentemente coberta com fio de cobre, que é colocada dentro do útero. Mais indicado para mulheres que já tiverem filhos e querem adiar a próxima gravidez por mais de dois anos. Não é recomendado para mulheres que têm mais de um parceiro sexual ou cujos parceiros têm outros parceiros/parceiras e não usam preservativo em todas as relações. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

A camisinha masculina é um envoltório de látex que recobre o pênis durante o ato sexual. Alguns são lubrificados com silicone ou lubrificantes à base de água, e alguns são revestidos com espermicidas além do lubrificante. Já a feminina tem a forma de um tubo feito à base de silicone com um anel na extremidade. Deve ser introduzido na vagina antes da relação sexual.
 
Os preservativos masculino e feminino são os únicos métodos que, ao mesmo tempo, protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids e contra a gravidez indesejada. Não necessita de acompanhamento médico e é o mais indicado para as pessoas que não contam com um parceiro sexual fixo.

É um capuz macio de borracha ou silicone, com uma borda flexível em forma de anel. Deve ser colocado na vagina, cobrindo o colo do útero, minutos ou horas antes de todas as relações sexuais. A mulher deverá retirar o diafragma de seis a oito horas depois da última relação sexual. Não protege contra DST/HIV/AIDS.

Os espermicidas são compostos por substâncias que eliminam a mobilidade dos espermatozóides. Podem apresentar-se sob a forma de creme, gel, espuma ou comprimidos vaginais. O espermicida deve ser introduzido na vagina até uma hora antes da relação sexual. A eficácia do espermicida é limitada. A sua ação pode ser melhorada e potenciada se utilizado com outro método contraceptivo. Pode ajudar a prevenir DSTs.

A laqueadura de trompas é um procedimento cirúrgico que consiste na oclusão das trompas de Falópio, impedindo assim que os espermatozóides entrem em contato com óvulo. É um método contraceptivo potencialmente permanente, de alto grau de eficácia, mas não protege contra DST/HIV/AIDS.

É uma operação simples que consiste no corte ou ressecção dos canais deferentes, que são responsáveis pelo transporte dos espermatozóides expelidos durante a ejaculação. Trata-se de um método altamente eficaz, potencialmente permanente e não protege contra DST/HIV/AIDS.
 
   
 
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